terça-feira, 16 de janeiro de 2018

NOVIDADES EDITORIAIS (137)

JULES: DE L’OR A LA CROIX - Edição Soleil. Autores: Olivier Peru no argumento; Lucio Leoni e Emanuela Negrin no traço; e nas cores, Elodine Jacquemoire.
“Jules”, é o terceiro tomo da contundente e caprichada série “Médicis”. Uma obra bem apostada como série-BD, a seduzir as editoras portuguesas.
Em plena Renascença, tudo se passa na conturbada Europa e, mais marcante, pelos territórios italianos, com guerras, invejas, cobiças e uma infinidade de intrigas.
Vários Papas por este tomo se “exibem”, desde Alexandre VI (Bórgia) ate Júlio II (Della Rovere). Mas, a secundar todos os Médici (os senhores de Florença/ Toscana), circulam nesta apaixonante série e neste tomo em especial, personagens históricas como César Bórgia, Nicolau Machiavel, o famoso monge Savonarola, os reis franceses Charles VIII  e Louis XII, etc...
Histórias da HISTÓRIA!
Este tão intenso tomo será... talvez, e até agora, o melhor que nos relata toda esta época-situação... Ficamos por aqui?...
Típico da época, os Papas, eram e foram grandes protectores das Artes (sobretudo da Pintura e da Esculura), mas também, foram uns grandessíssimos desbragados e devassos...


CHATS, CHATS, CHATS ET CHATS! - Editora Delcourt. Autores: com argumento de Lapuss' e traço de Philippe Larbier, este é o segundo tomo desta divertida  série-BD onde impera a maravilhosa gataria...
Esses impagáveis felinos domésticos, de várias raças e adoráveis caprichos, andam espantosamente através destas pranchas (já em segundo tomo) a encantar-nos!
Felizes, os que gostam, amam e protegem os gatos. Mas, ai daqueles que os detestam e os sacrificam!...
O gato, símbolo doméstico dos felinos da nossa vivência... E o  resto...
Não, não é “o dramático silêncio” do alucinado Hamlet... Há muito mais a acertar na TUA  Consciência!...
Ora então, aprendam a viver e a CONVIVER .


BOB MORANE, INTÉGRALE / 7 - Edição Lombard. Autores: argumentos de Henri Vernes, arte de William Vance e apresentação-prefácio de Jacques Pessis.
Por esta atenta editora belga, a Lombard, continua a aplaudível recuperação em “álbuns integrais”, da série que versa as notáveis aventuras de Bob Morane e seu amigo escocês Bill Ballantinefazendo este sempre questão de frisar que não é inglês, mas sim escocês (Bravo!), e que tem mais valentia e coragem quando se atesta com umas boas goladas de uísque... Ora pois!
Neste tomo, cinco aventuras que, crê-se, são inéditas em edição portuguesa: “Les Yeux du Brouillard”, “Les Poupées de l’Ombre Jaune”, “Les Sept Croix de Plomb”, “Guèrilla à Tumbaga” e “La Prisonnière de l’Ombre Jaune”.
Obrigatório ler e coleccionar, pelo menos... em francês!
LB

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

OS ÁLBUNS "ENCALHADOS"

Hoje e agora, atrevo-me a um certo “libelo acusatório”, dado que sou frontal por hábito e feitio. E, neste caso, afronto as nossas editoras-BD, apesar de tudo com a minha sincera amizade e gratidão.
Já dizia um certo filósofo da Antiguidade, “se queres um amigo, bate-lhe”...
Pois há por aí (em Portugal) uma data de valorosos álbuns da nossa 9.ª Arte, que estão “encalhados”, “pendurados”, “engavetados” ou o que lhes quiserem chamar.
É um desrespeito total aos nossos tão dignos desenhistas e ante os infindáveis leitores bedéfilos que temos!
De um modo solto (mas não rigoroso), aponto alguns exemplos, referindo-me apenas a alguns exemplos veteranos:

Mestre ARTUR CORREIA, tem várias obras inéditas, donde e ao acaso, cito: “A Nau Catrineta”. Uma relíquia que se está a perder... Que mágoa!

EUGÉNIO SILVA, tão meticuloso e notável desenhista, não vê forma do seu tão esperado “Zé do Telhado” sair publicado!... Que estranho!...

De BAPTISTA MENDES, bizarramente, emperraram as anunciadas obras, “A História de Guimarães” e “Camões”! Sem comentários!...

De ARLINDO FAGUNDES, a tão esperada terceira aventura do famoso PitangaO Colega de Sevilha, não há forma de ver a luz do dia!... Um “esquecimento” infeliz!

JOSÉ ABRANTES, tem várias obras completas e inéditas, mas dele pouco se ouve falar!...
O imparável JOSÉ RUY, tem obras concluídas, que bem aguardamos ver editadas... tal como as de SANTOS COSTA.
AUGUSTO TRIGO CATHERINE LABEY... Como é?
E PEDRO MASSANO, andará também um tanto desiludido?...
E o RICARDO NETO, lembram-se dele?....

E chego a JOSÉ PIRES: tem seis álbuns inéditos, dos quais destacamos “A Portuguesa - História de um Hino”...

...e “A Morte do Lidador” (esta, publicada na revista belga “Tintin” em 1992).

Tem já um álbum publicado no Brasil: “Gil Eanes, o Herói de Lagos”. Mas há mais: no idioma fancófono, em 1991, foi publicado, pela Lombard, “Les Templiers, le Sang et la Gloire”; em 2009, com edição Orphie, foi publicado o álbum “Alexandre Dumas, le Diable Noir”. Estes dois últimos, estranhamente, jamais entusiasmaram (!!!) as editoras portuguesas. Ele há coisas!...

Grandes e apreciáveis editoras nossas (Asa, Gradiva, Âncora, grupo Babel, Bertrand, Porto Editora, Plátano... e talvez mais nenhuma), têm assobiado para o lado, ante este pertinente e justo assunto, bastas vezes com desculpas devidas e de modo algum convincentes... Diríamos, “esfarrapadas”. Da vero?
Todavia, há as heróicas editoras, ditas “menores”, que se esforçam nesta tão aplaudível lide. Sem desprimor por outras, destaco o valoroso trabalho da Polvo (coordenada por Rui Brito) e da Escorpião Azul (coordenada por Jorge Deodato).
Contra ventos e marés, não entram em estranhas jogadas e desafiam, corajosamente, as prováveis adversidades...
Mais: é notável, pois apostam sobretudo (mas não só) na BD Portuguesa! Bravo e bravo!... Os respectivos álbuns são publicados e é fácil vê-los nos escaparates, com procura e venda, mormente nas livrarias da Fnac.
De resto, ò grandes editoras nossas, é muito fácil contornar as sempre vossas lamurientas e apontadas “dificuldades”, desde que tenham a devida sensibilidade cultural, ou não?!... Depois, caríssimos e “scroogeanos” editores, quem não arrisca, não petisca!...
Para vós todos, editores-BD da nossa Pátria e pela nossa Cultura, Feliz 2018!
Dixit!
LB

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

BREVES (52)

EXPOSIÇÃO E COLÓQUIO SOBRE REVISTAS BD PORTUGUESAS
"Um Panorama Das Principais Revistas Portuguesas de Banda Desenhada" é o título do colóquio que Carlos Gonçalves e Geraldes Lino, sócios do CPBD, apresentarão amanhã, dia 10 de Janeiro, às 18:30, no Palácio Beau Séjour, na Estrada de Benfica, n.º 368, em Lisboa.
Desde o primeiro número da revista ABC-zinho (15.10.1921) até ao último da revista Visão (Maio.1976), decorre um arco editorial de numerosos periódicos da banda desenhada publicados em Portugal. É sobre este período que incide o colóquio, cujos apresentadores se apoiarão em fichas técnicas elaboradas por Luís Filipe Veiga, também ele sócio do CPBD.
Uma exposição de reproduções de capas de muitas das revistas focadas no colóquio poderá ser visitada, simultâneamente, no local.
Mais informações no site do próprio Geraldes Lino: divulgandobd.blogspot.pt 


MOSTRA BIBLIOGRÁFICA SOBRE COMÈS EM LEIRIA 
A Biblioteca do Campus 1 (ESECS), em Leiria, exibe, até 27 de Janeiro, a mostra bibliográfica dedicada a Didier Comès (1942-2013).
Graficamente, Didier Comès tem um traço muito particular e é percursor de um estilo que já tem outros autores como adeptos.
Embora os seus primeiros trabalhos tenham sido feitos com recurso à cor (Ergun o Errante e A Sombra do Corvo), desde Silêncio a técnica do preto e branco passa a ser uma constante, durando até ao fim da sua vida. Essa técnica foi posteriormente adoptada com sucesso por outros autores como Jacques Tardi, Frank Miller e Eduardo Risso... 
Mais informação pode ser consultada aqui.


SPIROU E FANTÁSIO NO CINEMA

Tem estreia mundial prevista para 21 de Fevereiro do corrente, a longa metragem “Les Aventures de Spirou et Fantasio”, com realização de Alexandre Coffre. Os actores principais, são Thomas Solivérès (Spirou), Alex Lutz (Fantasio) e Christian Clavier (o conde de Champignac).
Recorda-se que estes populares heróis da Banda Desenhada, em Cinema de Animação, já tinham conhecido seriados para a Televisão: “Spirou”, 1993-1995 (pela orientação de três realizadores, Michel Gauthier, Pino Van Lamsweerde e Michel Lemire) e, de 2006 a 2008, “Les Nouvelles Aventures de Spirou et Fantasio” (com realização de Michel Duda).


GASTON LAGAFFE TAMBÉM NA 7.ª ARTE
Igualmente pela Animação, surgiu em 2009, o seriado “Gaston Lagaffe”, sob direcção de Alexis Lavillat.
Agora, com estreia mundial prevista para 4 de Abril de 2018, a longa metragem homónima, sob realização de Pierre-François Laval.
O jovem actor francês Théo Fernandez será Gaston Lagaffe e em outras interpretações contam-se: Jérôme Commandeur (o Sr. De Mesmaeker), Alison Wheeler (a Menina Jeanne), Maka Sidibe (Jeff), Pierre-François Martin-Laval (Prunelle) e Arnaud Ducret (o polícia Longtarin). Veremos como vão resultar as trapalhadas de Gaston, agora com actores de carne-e-osso...


ANIVERSÁRIOS EM FEVEREIRO
Dia 07 - Alejandro Jodorowsky (chileno)
Dia 09 - Eliseu Gouveia, José de Matos-Cruz
Dia 11 - Pedro Morais
Dia 15 - Matt Groening (estado-unidense)

Dia 20 - Sergei
Dia 21 - Luís Pinto-Coelho
Dia 25 - Eugénio Silva 
Dia 29 - Paolo Eleuteri Serpieri (italiano)

sábado, 6 de janeiro de 2018

DE ACTORES A HERÓIS DE PAPEL (18) - MARILYN MONROE

Marilyn Monroe (1926-1962)
O Cinema tem criado para a eternidade, os seus valores “divinos”, intensos e inapagáveis que arrastaram multidões e esbanjaram uma infinidade de suspiros. Há uma galeria imensa de mulheres que se acotovelaram para se firmarem no pódio, como há também uma similar galeria de actores. Mas alguns são um tantito mais que os outros e jamais deixarão de estar “vivos”!
Nas mulheres, aparte a misteriosa Greta Garbo, mais a Mae West e a Jean Harlow, temos a bela, sensual e maravilhosa Marilyn Monroe que, se hoje estivesse viva, teria 96 anos! No sector masculino, demarca-se a “lenda” que envolve James Dean, que teria hoje 91 anos...
Marilyn Monroe, nasceu a 1 de Junho de 1926 em Los Angeles, onde foi encontrada morta a 5 de Agosto de 1962. Por esta altura, uma onda de amargura sacudiu os cinéfilos de todo o mundo, tanto mais que, ainda hoje, perdura um mistério: Marilyn suicidou-se, foi vítima de um excesso de barbitúricos ou... ou foi assassinada por razões de política suja, dado que ela se envolvera sexualmente com os irmãos Kennedy (o presidente John, que foi assassinado) e Robert (que era deputado, e foi também assassinado)?...
Seu nome real, antes de usar o que a tornou famosa como actriz, era Norma Jeane Mortenson. Passou a sua infância em lares de acolhimento (onde, ainda menor, foi sexualmente abusada) e em orfanatos. Aos 16 anos, casou pela primeira vez.
Norma Jeane Mortenson 
Foi funcionária fabril numa fábrica onde se laboravam drones durante a 2.ª Grande Guerra. Passou para modelo fotográfico, dando o salto para o Cinema em curtas-metragens e daí, a sua justa glória na carreira, não tardou.
Autenticamente, participou em trinta filmes. O primeiro foi “Idade Perigosa” (Dangerous Years, em 1947) e o último, em 1962, Something’s Got to Give, que ficou incompleto e onde ela contracenaria com Dean Martin, Cyd Charis e Phil Silvers.
Porém, na sua filmografia, há alguns filmes de luxo. Indicam-se alguns deles: “Quando a Cidade Dorme” (The Asphalt Jungle, 1950; com Sterling Hayden), “Eva” (All About Eve, 1950; com Bette Davis), “Niagara” (1953, com Joseph Cotten), “Os Homens Preferem as Loiras” (Gentlemen Prefer Blondes, 1953; com Jane Russell e Charles Coburn), “Como se Conquista um Milionário” (How to Marry a Millionaire, 1953; com Betty Grable e Lauren Bacall), “Rio Sem Regresso” (River of no Return, 1954; com Robert Mitchum), “O Pecado Mora ao Lado” (The Seven Year Itch, 1955; com Tom Ewell; é deste filme a cena mais do que sagrada, onde Marilyn está sobre um ventilador do metropolitano novaiorquino e as suas alvas saias esvoaçam...), “Paragem de Autocarro” (Bus Stop, 1956; com Don Murray), “O Príncipe e a Corista” (The Prince and the Showgirl, 1957; com Sir Laurence Olivier), “Quanto Mais Quente Melhor” (Some Like It Hot, 1959; com Tony Curtis, Jack Lemmon e George Raft ; Que hilariante comédia que jamais se esquece de rever, volta não volta!...), “Vamo-nos Amar” (Let’s Make Love, 1960; com Yves Montand) e, por fim, “Os Inadaptados” (The Misfits, 1961; com Clarke Gable, Montgomery Clift e Eli Wallach). Com “Quanto Mais Quente Melhor”, Marilyn recebeu o famoso Globo de Oiro.
 Cartazes de alguns dos mais famosos filmes onde Marilyn participou.

Marilyn Monroe também está registada na Filatelia, na Estatuária e na Pintura.
Selos oriundos dos Estados Unidos da América, Madagáscar, Tajiquistão, Tanzânia,
República Centro-Africana e Guiné, com a figura de Marilyn como tema. 
A monumental estátua "Forever Marilyn", do escultor Steward Johnson, em Palm Springs, Califórnia (EUA, 2011)
"Marilyn Diptych", pintura de Andy Warol (1962)
Pela Banda Desenhada não faltam algumas belas apostas.
Marilyn contracena com Jimmy Olsen na série homónima norte-americana deste amigo do Superman. Na história, Marilyn (aqui com o apelido "Marlowe", talvez para fugir ao pagamento de direitos autorais) tenta o suicídio, uma trágica premonição do que viria a acontecer quatro anos mais tarde, com a autêntica Marilyn.
 Marilyn Monroe "contracena" com Jimmy Olsen, com arte de Al Plastino, in revista "Jimmy Olsen" (1958)

A vida de Marilyn Monroe está também, contada num dos fascículos da série mexicana “Mujeres Célebres”...
Capa de "Mujeres Célebres" #68, Editorial Novaro (México, 1966)

Dois desenhistas, gigantes da 9.ª Arte Italiana, registaram-na com plena beleza. O primeiro, Gianni De Lucca, com a parceria de Marco di Tillo no argumento...
"Marilyn Monroe" por Marco di Tillo (argumento) e Gianni De Lucca (desenhos)

...e o segundo, Sergio Toppi, com a colaboração de Milo Milani. Esta história foi publicada entre nós no "Jornal do Cuto" #159 (15.02.1977)
"Marilyn Monroe", por Milo Milani (texto) e Sergio Toppi (desenho)

Em 2004, pelas Éditions Nocturne (colecção BD Ciné), Philippe Peseux foi o responsável pela devida biografia em Banda Desenhada.
"Marilyn Monroe", por Peseux (texto e desenhos), CD da série "BD Cine", Edições Nocturne (2004)

Kathryn Hyatt desenvolveu uma novela gráfica sobre Marilyn, publicada originalmente em 1996.
"Marilyn, the Story of a Woman", por Kathryn Hyatt (texto e desenhos), Edição Seven Stories Press (1996)

Bud Fisher, na sua famosa série Mutt & Jeff”, também homenageou Marilyn...
"Mutt e Jeff", por Bud Fisher
...assim como Frank Frazetta (assistente de Al Capp) em "Li'l Abner".
"Li'l Abner", por Frank Frazetta, in The Star Weekly (07.01.1956)
Michel Blanc-Dumont e Dufaux criaram "Marilyn Monroe: a girls best friend", para a Tintin Super #28. Este episódio foi, também, publicado na revista "Selecções BD" #15 (2.ª série), mas em preto-e-branco.  
"Marilyn Monroe, a girls best friend", por Dufaux (texto) e Michel Blanc-Dumont (desenhos), in Tintin Super #28
Ethan Persoff e Scott Marshall publicaram “The Death of Marilyn Monroe”...
"The Death of Marilyn Monroe", por Ethan Persoff e Scott Marshall

Dos mesmos autores, outra curta, em duas pranchas: "John Wilcock in afternoon with Marilyn Monroe". 
"John Wilcock in afternoon with Marilyn Monroe", por Ethan Persof e Scott Marshall

Emmanuel Moynot publicou no #91 da revista "Circus" uma curta de três pranchas.
"Miss Norma Jeane e Doctor Monroe", por Moynot, in revista "Circus" #91

Na vertente super-heróis, a série Deadpool apresenta-nos este personagem-mutante transformado numa Marilyn violenta e horripilante.
 "Deadpool" Vol. 3 #4, por Brian Posehn e Gerry Duggan (argumento) e Tony Moore (arte),
Edição Marvel (Março.2013)

De António Navarro temos "La Primera Marilyn", publicada em Cimoc Especial #7...
"La Primera Marilyn", por Antonio Navarro, in "Cimoc" Especial #7 (1987)
...e, na mesma revista, uma outra versão dos italianos Governi e Buzelli.
"Marilyn", por Guido Buzzeli (desenhos) e Giancarlo Governi (texto), in "Cimoc" Especial #7 (1987)


Dina Gachman e Nathan Girten são os autores de uma biografia de Marilyn, publicada pela Bluewater Productions.
 
"Tribute: Marilyn Monroe", por Dina Gachman (texto) e Nathan Girten (desenhos)
Edição: Bluewater Productions (2013)

Do cartunista turco Devrim Demiral descobrimos na net estas pranchas com Marilyn como protagonista.
 
Arte de Devrim Demiral (2012)

Mike Deodato, Alexander Jubrani e Sam Hart realizaram "Tragic godess: Marilyn Monroe". 
Capa e pranchas de "Tragic godess: Marilyn Monroe" Vol. 1 #1, por Mike Deodato, Alexander Jubrani e Sam Hart, Edição Pop Comic (1995) 

Na revista "Adventures Comics" #294, Marilyn Monroe tem papel de relevo numa história... bizarra.
Capa de "Adventure Comics" #294, por Curt Swan e George Klein (Março de 1962)

E por fim, e até agora, o belíssimo álbum “Shooting Star /Marilyn Monroe”, pelo polaco Kas e argumento de Maryse e J.F. Charles, em 2006, com edição Casterman.
"Shoting Star - Marilyn Monroe", por Kas (desenhos) e Maryse e J.F. Charles (argumento),
edição Casterman (2006)

Cobiçada sexualmente por muitos homens, erradamente alcunhada como "loira estúpida", casou três vezes e três vezes se divorciou: James Dougherty (1942-1946), Joe Di Maggio (1954-1955) e Arthur Miller (1956-19661). Mas teve vários “casos sentimentais”, como por exemplo, com Marlon Brando e Frank Sinatra.
De tudo isto e o que ficou por contar, apenas uma sincera saudação: viva Marilyn Monroe!
LB / CR